Hoje faz 12 anos, mas eu lembro como se fosse ontem. Era
domingo, eu tinha apenas 10 anos, e nascia um bebê ano ‘2000’ que mudaria minha
vida. DIEGO, meu primo (que de coração era meu sobrinho), chegava para
despertar sorrisos no rosto de toda família, para fazer todo mundo comentar as
primeiras palavras, os primeiros passos, as primeiras gracinhas e travessuras,
a fazer vaquinha para comprar os melhores presentes. Foi sem dúvida o bebê mais
mimado dos últimos anos (hoje perdendo apenas para o Caio. rs)
Lembro quando eu e meu irmão fomos convidados para batizar,
esse que já era com certeza meu amor eterno. Eu tinha 15 anos, e meu maior
objetivo era fazer a Crisma para poder batizar ‘meu bebê’, até que em 6 de
fevereiro de 2005 consegui ser madrinha.
A partir daquele dia ouviria para sempre o Madrrriiinha que
ele faz questão de estrondar até hoje. Eu viveria o dia mais triste da minha
vida (até hoje) quando o vi tendo que ir embora para São José dos Campos. Eu
sorriria com cada EU TE AMO, e ‘me dá um abraço madrinha’.
Eu esqueceria qualquer problema por saber das conquistas
dele. E choraria junto com ele as perdas.
Eu ainda não me acho a melhor madrinha do mundo, queria ter
ele mais perto, e é difícil aceitar que meu bebê está crescendo. Às vezes dá
vontade de pegar no colo e apertar como fazia quando era apenas ‘meu bebê’.
A essa altura (já chorando horrores) quero dizer que amo
demais. Que mimo mesmo, que faço das tripas coração para dar o que posso
mesmo. Que aposto nos sonhos mesmo, mas sei que antes de tudo dou
o que toda boa madrinha deve dar AMOR ETERNO!
Nenhum comentário:
Postar um comentário